Sobre Dinossauros Galinhas e Dragões

Quem nasceu primeiro? O ovo ou a galinha? Tostines vendem mais porque são fresquinhos ou são fresquinhos porque vendem mais? As facas guinsu conseguem cortar as meias Vivarina?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

E agora Tom Zé?


Manifesto Drakônico


E agora Tom Zé?
A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama protesta, Sem mulher, sem discurso, sem carinho. Com a chave na mão quer abrir a porta, não existe porta;
quer morrer no mar, mas o mar secou; quer ir para Minas, Minas não há mais. E agora Tom Zé?

(mas eu não sei de nada eu não sei de nada eu não sei de nada eu não sei de nada eu nãosei de ná... mas eu sou inocente,eu sou inocente eu sou inocente eu sou inocên)

MANIFESTO drakonico. Lady Gaga se apropriado tanto da história da musica pop que eu jáperdi a conta. E nós, filhos da mesma chocadeira, sofremos do mesmo mal ou bem, minha cabeça é uma Lady Gaga condensada de utopias que se foram, e de fantasmas de bons riffs, solos de guitarra, atitudes estúpidas, bravuras passadas, e um presente estrondoso, um estrondo de não sei o que.

All we hear is Radio Ga Ga
Radio Goo Goo
Radio Ga Ga
All we hear is Radio Ga Ga
Radio Blah Blah
Radio, what's new?
Radio, someone still loves you

Contra obesidade intelectual use materialismo dietético. Polyanismo dialético. Terrorismo poético. Contra morosidade teatral use despudor estético, absinto, sexo, gosto musical eclético, limpe sua agenda, esqueça compromissos, seja irresponsável na medida, ironia épica, indolência elétrica, perca tempo, perca tempo, perca tempo. Porem corra, corra porque correr é bom. Grite e role no asfalto. Mesmo que o mundo seja um gritaria só. Invente uma bandeira. Pra ninguém inventar por você. Elas não vão te entender e vão inventar assim mesmo. Andy Wharol já dizia, Tiririca respondeu, Lady Gaga passou. Passou no teste. Não deixem ninguém te chamar de direitista porque você não é. Nunca foi. Nunca foi!
E quem será esse desgraçado dessa zorra toda. Tem dono? Num tem dono! Todo mundo tem arquivo, o cntrlv cntrl c quem faz é você.
Aglutine-se!Crie uma nova família!E não espere reembolso!!Tenha um trabalho alternativo. Se garanta como garçonete ou produtora.Por um pensamento auto-sustentável: vomite e coma de novo.O preço do feijão ta pela hora da morte!!Não roube de um autor só. Roube de todos!!
Da televisão a Dostoievski. Não tenha preconceito de nada.

All we hear is Radio Ga Ga
Radio Goo Goo
Radio Ga Ga
All we hear is Radio Ga Ga
Radio Blah Blah
Radio, what's new?
Radio, someone still loves you

Hoje não mais nos subdividimos por classes sócias: gays lésbicas índios gordos negros clandestinos, portadores de HIV, hippies, ripongas, leitores da Veja e não leitores da Veja (graças a deus), bichos grilos, punks, carecas straith edges, emos, miguxos, coloridos, funqueiros, macumbeiros, flamenguistas, mangueirenses, artistas e intelectuais...

Eu quero é botar meu bloco na rua...

(Pela união dos seu poderes eu sou o capitão planeta!
Vai Planeta!
O poder é de vocês!)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

domingo, 24 de outubro de 2010

Estréia!!!


Sobre Dinossauros Galinhas e Dragões (Parte II de III) a cena curta. Dias 25, 26, 27.

Estréia!! Sobre Dinossausos Galinhas e Dragões. Trilogia Completa.Dias 29, 30,31.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

SINOPSE




“Sobre Dinossauros Galinhas e Dragões” é um projeto que se pretende completar em três edições distintas. Sendo cada edição dedicada a um dos três animais (ou figura mitológica, ou signo, ou o que o leitor se dispuser a ler) dos quais nos referimos no título. Esta primeira edição é dedicada às Galinhas.(Parte II de III). A partir deste tema central (a galinha, o ovo e tudo que nos remete a esse universo), cria-se um estranho show de variedades que aborda esse tema construindo manifestos, reflexões filosóficas, usando canções, buscando referencias que vão de fragmentos de Autores Célebres, piadas da Internet a celebridades do mundo do entretenimento. Uma brincadeira cênica que fala do excesso, da dúvida e da graça que tem viver no séc. XXI.

Sobre Dinossauros, Galinhas e Dragões (parte II de III)



Uma revista revê acontecimentos, elabora críticas e crônicas de um universo específico.
Um fanzine faz o mesmo, porém, num caráter amador, de fã, do “não especialista”, mas um aficionado.

O Teatro de revista é um gênero de teatro musical do começo do século XX, que se caracteriza por uma crítica de costumes, popular, tida como vulgar pela intelectualidade vigente e adorada pelo grande publico.
A revista, no aspecto jornalístico é, tecnicamente, não tendenciosa.
Já o fanzine age tendenciosamente e marginalmente em prol de um estilo de música, de poesia, uma vertente política, uma corrente literária etc. E geralmente, precariamente. Mas muitos fanzines são notáveis pela sua genialidade a pesar disto.(Salve Glauco Mattoso e tantos outros)

O Teatro Fanzine é assim como o fanzine, marginal e aficionado.
Marginal por querer fazer da precariedade um show musical.
Aficionado porque adoramos o que fazemos.
Sobre dinossauros, galinhas e dragões: Parte II de III. É um Teatro Fanzine.
Um teatro que se assemelha ao teatro de revista, mas traz consigo o caótico século XXI, o excesso de informação no mínimo de tempo e espaço. O comprometimento de um aficionado e a marginalidade utópica de quem brinca nas bordas, mas tem algo a dizer.